quinta-feira, abril 05, 2007

O peso das palavras volta a impôr-se nesta falsa suficiência, ele como tantos outros. Nisto resguardo a estética dos pequenos acertos e desapareço. Socorro, que não me vejo a imagem no espelho do que estou, do que está! Resgatem-me o trecho náufrago da turbulenta, viciosa noite... O quem que te soa é já um alguém.
Ora feito o apelo, cumprida a cedência, vergada a arquitectura; d'ora me prossigo, insignificante às indulgências menores. Deverá assim ser, e bastar?...
Por ora... Bocejo... Lá longe, a hora passa... E o nada, que é tudo... Bocejo.